Dr. André Borba — Oculoplastic Center
Referência em Oculoplástica

Lagoftalmo:
proteção funcional
do olhar

Tratamento especializado para a incapacidade de fechamento das pálpebras. Foco absoluto na preservação da córnea e restauração funcional da superfície ocular com o Dr. André Borba.

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Olhar saudável — proteção funcional da superfície ocular
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  • 1Diagnóstico funcional
  • 2Proteção corneana
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A condição clínica

O que é Lagoftalmo?

O lagoftalmo é a incapacidade parcial ou total de fechar completamente as pálpebras, especialmente durante o piscar ou o sono. Embora muitas vezes pareça discreto inicialmente, trata-se de uma condição funcional potencialmente séria.

Sem diagnóstico e tratamento adequados, pode comprometer progressivamente a saúde ocular, levando a ressecamento intenso, irritação persistente, ceratite de exposição, lesões corneanas e risco progressivo para a visão.

Ao deixar a superfície ocular continuamente exposta, o lagoftalmo afeta diretamente a lubrificação natural, a proteção da córnea e a estabilidade do filme lacrimal.

A função palpebral

Por que o fechamento palpebral é essencial

As pálpebras possuem papel essencial na proteção da superfície ocular. Atuam como uma barreira mecânica e como o mecanismo que mantém a córnea hidratada e nutrida ao longo do dia.

O diagnóstico precoce do lagoftalmo é fundamental para evitar complicações irreversíveis na superfície ocular — quanto maior a exposição da córnea, maior o risco de danos permanentes à visão.

A cada piscar, o filme lacrimal é redistribuído, a córnea é lubrificada e microagressões ambientais são removidas. Quando o fechamento é incompleto, essa proteção deixa de acontecer.

Sintomas do Lagoftalmo

Como identificar o problema

O lagoftalmo pode se desenvolver de maneira gradual e silenciosa. Muitos sintomas são confundidos com olho seco comum, alergias ou irritação ambiental — reconhecer os sinais corretamente é essencial para iniciar o tratamento no momento adequado.

Fechamento incompleto

Dificuldade em fechar os olhos durante o piscar, sono ou repouso

Olho seco e irritação

Ardor, queimação, ressecamento intenso e lacrimejamento reflexo

Vermelhidão e desconforto

Sensação de areia, corpo estranho e sensibilidade à luz

Sintomas ao acordar

Desconforto importante ao despertar pela exposição noturna

Quanto maior a exposição da córnea, maior o risco de danos permanentes à visão.

Principais causas

A etiologia define o tratamento

O lagoftalmo pode surgir por diferentes causas clínicas, neurológicas ou cirúrgicas. Compreender a origem do problema é indispensável para definir o tratamento ideal, a urgência da intervenção e o prognóstico funcional.

Paralisia facial

Transitória ou permanente, parcial ou completa — uma das causas mais frequentes

Pós-blefaroplastia

Excesso de retirada de pele ou retrações cicatriciais comprometem o fechamento

Cicatrizes palpebrais

Traumas, queimaduras ou cirurgias prévias podem gerar retração das pálpebras

Alterações neuromusculares

Doenças neurológicas e musculares comprometem a dinâmica palpebral

Classificação clínica

Graus de gravidade do lagoftalmo

A gravidade da exposição corneana orienta diretamente a estratégia terapêutica.

01

Lagoftalmo Leve

Pequena abertura residual, sintomas discretos, baixo risco ocular imediato — necessita acompanhamento contínuo.

02

Lagoftalmo Moderado

Exposição parcial da córnea, sintomas mais evidentes, maior risco de ceratite de exposição — pode exigir intervenção.

03

Lagoftalmo Grave

Exposição corneana significativa, alto risco de lesão permanente, dor e sintomas intensos — necessidade frequente de cirurgia.

Opções de tratamento

Abordagem terapêutica individualizada

O tratamento do lagoftalmo é multidisciplinar e personalizado. A técnica é definida individualmente conforme anatomia, etiologia, grau de exposição corneana e necessidades funcionais — desde proteção clínica até cirurgia reconstrutiva.

Não existe tratamento universal — cada caso exige diagnóstico preciso e planejamento personalizado.

Lubrificação intensiva

Colírios, géis oftálmicos e pomadas noturnas para proteger a superfície ocular

Proteção noturna

Câmaras úmidas, fitas palpebrais e óculos especiais reduzem a exposição

Implante de peso palpebral

Procedimento minimamente invasivo com ouro ou platina · reversível

Cirurgia reconstrutiva

Correção de retração, cicatrizes e alterações estruturais palpebrais

Recuperação e pós-operatório

Evolução clínica progressiva

A recuperação ocorre progressivamente, com restauração funcional do mecanismo protetor das pálpebras e proteção corneana cada vez mais consistente ao longo das semanas.

01

Primeiros dias

Edema esperado, lubrificação intensiva e cuidados locais

02

Primeira semana

Avaliação do resultado inicial e ajuste terapêutico

03

Primeiro mês

Melhora funcional progressiva e redução importante dos sintomas

04

3–6 meses

Estabilização do resultado e proteção ocular restaurada

Resultados esperados

O que o tratamento pode proporcionar

O tratamento adequado restaura o mecanismo protetor das pálpebras, devolve conforto ocular e preserva a visão — sempre com planejamento individualizado e técnica escolhida para cada caso.

Melhora do fechamento palpebral e proteção corneana
Redução de ardor, vermelhidão, ressecamento e dor
Prevenção de ceratite, úlceras e cicatrizes corneanas
Preservação da acuidade visual a longo prazo

Proteger a córnea é proteger a visão.

Quando tratar

Nem todo caso exige cirurgia, mas todos exigem avaliação

Casos leves e agudos reversíveis podem responder bem ao tratamento conservador. Já exposição corneana persistente, paralisia facial permanente ou retração palpebral significativa indicam intervenção cirúrgica especializada.

Tratamento conservador para casos leves
Implante de peso palpebral reversível
Cirurgia reconstrutiva para casos graves

A proteção do olho começa com um diagnóstico preciso.

Dr. André Borba
Quem realiza

Dr. André Borba

Uma nova perspectiva sobre a saúde ocular e sua relação com a estética na oculoplástica — unindo técnica cirúrgica, medicina regenerativa e visão internacional.

+20.000
cirurgias realizadas
32 anos
de medicina · 29 em oculoplástica
USP + UCLA
Doutor USP · Fellowship UCLA
Presidente
ESOPRS 2026

Pioneiro na integração entre medicina, estética e cirurgia oculoplástica, o Dr. André Borba é um médico brasileiro reconhecido internacionalmente por sua atuação na região periocular. Seus tratamentos unem funcionalidade, rejuvenescimento e naturalidade, abordando tanto questões estéticas quanto condições que impactam diretamente a saúde ocular e a qualidade de vida dos pacientes.

Mais informações: @drandreborba · www.andreborba.com

Não é apenas execução. É visão.

Protocolo diagnóstico

O diagnóstico preciso define o tratamento

O diagnóstico do lagoftalmo vai muito além de observar o fechamento incompleto das pálpebras. A avaliação inclui exame funcional, estudo muscular, análise corneana e investigação anatômica detalhada para definir a estratégia terapêutica ideal.

Nem todo olho seco é lagoftalmo — diferenciar corretamente é fundamental.

  • 1Avaliação do fechamento palpebral e mensuração da fenda residual
  • 2Análise da função muscular do orbicular e dinâmica periocular
  • 3Exame da córnea: ceratite, erosões e estabilidade lacrimal
  • 4Histórico clínico, neurológico e cirúrgico detalhado
Dúvidas frequentes

Perguntas que escutamos com frequência

O primeiro passo

A proteção do olho começa
com um diagnóstico preciso.

O tratamento adequado do lagoftalmo pode preservar a superfície ocular, a córnea, a visão e a qualidade de vida. Quanto mais precoce a intervenção, maior a capacidade de prevenir danos permanentes.

@drandreborba

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